TRAGÉDIA ANUNCIADA

O perigo que o transporte de passageiros por motocicletas, como Uber e 99 Moto, representa para a segurança viária e a saúde pública fizeram com que o serviço fosse proibido de operar nas duas principais capitais do Brasil: São Paulo e Rio de Janeiro.

Mas a reação das Prefeituras de São Paulo e do Rio de Janeiro foram imediatas e pesadas. As duas gestões proibiram a entrada do serviço e fizeram ameaças, numa reação que nenhuma outra prefeitura do Brasil teve coragem de fazer – embora o Uber e 99 Moto tenham começado a operar no País entre 2021 e 2022.

E a reação foi feita pessoalmente pelos prefeitos Ricardo Nunes, de São Paulo, e Eduardo Paes, do Rio de Janeiro, embasados por suas equipes de mobilidade urbana e saúde, preocupadas com a possibilidade de ver o número de feridos e mortos por motocicletas aumentar – principalmente de passageiros, que em sua maioria são pessoas que não têm habilidade para estar na garupa de uma moto.

“O Uber e 99 Moto são uma tragédia anunciada”, afirma o vereador de São Paulo Adilson Amadeu, que presidiu a CPI dos Aplicativos na Câmara Municipal de SP, é membro da comissão de trânsito da Casa e foi autor da lei que proibiu o serviço de mototáxi na cidade, em 2018.

“Antes de mais nada, a questão deve ser tratada como um problema de saúde pública e de segurança do cidadão. Sinistros (não é mais acidente de trânsito que se define. Entenda) com motos representam cerca de 80% das vítimas fatais envolvidas com o trânsito paulistano. Esse número certamente aumentaria exponencialmente em números absolutos. São cerca de 600 mil pessoas que ficam com sequelas permanentes por causa de sinistros automobilísticos todos os anos no país. E as motos representam uma grande parcela desse número”, alerta o vereador (…).

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Assessoria Adilson Amadeu

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